Economia
Sigma Lithium capta R$ 675 milhões para crescer em Minas
Economia
A Sigma Lithium anunciou, nesta segunda-feira (2), uma debênture conversível de R$ 675 milhões, reforçando a confiança de investidores estrangeiros no Brasil. O resultado representa um importante passo para a companhia, que mantém suas atividades industriais em Minas Gerais e segue confiando no potencial do estado como referência na produção de óxido de lítio destinado à fabricação de baterias.
Minas Gerais no centro dos planos de crescimento
A presença da Sigma Lithium em Minas Gerais coloca o estado em uma posição importante na cadeia global de produção de materiais para baterias, utilizados em veículos elétricos e tecnologias de armazenamento de energia. Com isso, a empresa fortalece sua estrutura financeira e amplia as condições para dar continuidade aos seus projetos industriais e sociais. A iniciativa também reforça a confiança internacional no potencial da indústria brasileira e nas oportunidades de crescimento em Minas Gerais.
Para a companhia, manter uma estrutura financeira sólida é fundamental para sustentar suas operações, planejar novas etapas de desenvolvimento e fortalecer sua presença econômica em Minas Gerais.
Mais segurança para os próximos anos
A operação permitirá à Sigma Lithium reduzir seus custos financeiros e reorganizar compromissos que venceriam nos próximos anos, ampliando o prazo de pagamento até 2031. Na prática, isso representa mais previsibilidade e melhores condições para que a empresa concentre esforços em suas atividades industriais e em seus planos de crescimento.
Com a operação, a Sigma Lithium reafirma sua confiança no Brasil e mantém Minas Gerais como protagonista de sua estratégia de desenvolvimento de longo prazo.
Sobre a Sigma Lithium
A Sigma Lithium é uma das principais produtoras de materiais de lítio das Américas, com operações industriais em Minas Gerais. A companhia fornece materiais para a fabricação de baterias e utiliza tecnologias voltadas à sustentabilidade, incluindo o reaproveitamento de quase 100% da água empregada em seu processo industrial, o uso de energia elétrica renovável e a operação sem barragens de rejeitos em lama.
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Crédito fica mais acessível, mas CFO aponta o custo oculto
A CFO Bárbara Andrade lança em São Paulo e em Belo Horizonte o livro “A Conta do Crescimento: como escolher a fonte certa de capital sem comprometer o futuro da empresa”. A obra chega em um momento em que pequenos negócios voltaram a ter mais facilidade para conseguir crédito no Brasil e analisa o que as empresas pagam ao captar recursos além dos juros, como a perda de participação no negócio e as garantias oferecidas com o patrimônio dos sócios.
Segundo a autora, um dos erros recorrentes é buscar dinheiro antes de saber quanto a própria operação consegue pagar. Bárbara resume o argumento na conclusão: “Nenhuma empresa quebra por escolher a fonte de capital errada. Ela quebra por escolher qualquer fonte antes de saber o que a operação pode sustentar.”
O livro analisa as alternativas disponíveis hoje para empresas de porte médio, do crédito bancário ao investimento em troca de participação, passando por fundos de recebíveis, dívida estruturada e venture debt. De acordo com a obra, parte desses instrumentos era acessível apenas a grandes companhias até poucos anos atrás. No mesmo período, credores e investidores passaram a avaliar com mais rigor a governança e a capacidade de pagamento das empresas.
A autora também trata de fatores que pesam na decisão e recebem menos atenção nas análises de captação, como o medo de perder o controle do negócio e o desconforto de oferecer bens da família como garantia. Para Bárbara, “essas preocupações integram a decisão e precisam ser consideradas junto à análise financeira”.
Com mais de 15 anos de carreira em finanças, Bárbara trabalhou com controladoria e orçamento na indústria automotiva, com planejamento financeiro e tesouraria no setor de tecnologia e foi CFO e sócia de uma empresa de aviação privada. Sua experiência de liderança, aliada à formação em conselhos de administração, orienta a visão sobre captação de recursos, governança e os impactos das decisões de capital no futuro das empresas.
A personagem fictícia que guia os capítulos, uma empresária que precisa escolher entre duas propostas de financiamento, foi criada a partir de situações que se repetiram em conversas da autora com lideranças de vários setores. Com base nessa convivência, o livro defende que o histórico financeiro e o relacionamento com bancos e investidores são construídos antes de a empresa precisar de dinheiro e influenciam prazo, custo e condições das negociações futuras.
Para a autora, a decisão de captar recursos não cabe apenas ao departamento financeiro. Definir onde o dinheiro será aplicado e como ele vai voltar ao caixa exige a participação da área comercial, da área de operações e da liderança da empresa. O livro foi escrito para quem decide sobre capital, seja qual for o cargo: fundadores que nunca tiveram um CFO ao lado para interpretar contratos, diretores financeiros e conselheiros que precisam avaliar propostas de captação.
O primeiro lançamento será em São Paulo, na Livraria da Vila, e o segundo, posteriormente, em Belo Horizonte. Os convites são individuais e enviados a profissionais com trajetória reconhecida em suas áreas. O livro faz parte do catálogo de publicações certificadas pela A7Z, que seleciona seus autores pela experiência na alta liderança.
Mineira de Belo Horizonte, Bárbara Andrade mora em São Paulo e é CFO da Boca Rosa Company, uma marca brasileira de beleza e cosméticos. Atua também como palestrante e mentora, com trajetória em empresas como Iveco, Fiat, Hotmart e Flapper. Em 2021, foi reconhecida como CFO do ano pelo Global Excellence Awards. É formada em Administração pelo CEFET-MG, possui especializações em Finanças pelo Ibmec e pela London School of Business and Finance, além de formação em conselhos de administração pelo IBGC.
A obra é publicada pela A7Z, certificadora e editora especializada no posicionamento da alta liderança, que transforma trajetórias de carreira em publicações de referência. A A7Z integra a Rede Líderes, ecossistema que reúne quem decide em finanças, tecnologia, pessoas, risco e receita para, juntos, descobrirem as soluções e tecnologias de mercado capazes de responder aos desafios de suas empresas.
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