Search
Close this search box.
Cuiabá - MT
--° --°
--°C
carregando...

Economia

Bitget Wallet Atinge 100 Milhões de Usuários — e Pagamentos Ultrapassam as Negociações

Publicado em

Economia

SAN SALVADOR, El Salvador, July 08, 2026 (GLOBE NEWSWIRE) — Bitget Wallet, uma carteira de criptomoedas de autocustódia para finanças diárias, anunciou que ultrapassou 100 milhões de usuários em todo o mundo e que, pela primeira vez na história da plataforma, o número de usuários que realizam pagamentos diários supera o de traders. Mais da metade desses usuários estão localizados no Sudeste Asiático, Sul da Ásia, África e América Latina, onde as pessoas estão cada vez mais usando carteiras de criptomoedas como contas globais de stablecoin para economizar, receber e gastar localmente, em vez de negociar.

Os dados mostram claramente essa mudança. Mais de 150.000 Bitget Wallet Cards emitidos em todo o mundo disponíveis em mais de 50 mercados, podendo ser usados em mais de 150 milhões de estabelecimentos. Os gastos globais com cartões atingiram US$ 31 milhões no primeiro semestre de 2026, um aumento de 191% em relação ao segundo semestre de 2025. Especificamente nos mercados emergentes, os gastos com cartões cresceram 416% no mesmo período, mostrando que os hábitos financeiros estão se formando mais rapidamente nessas regiões do que a média global. Em todo o mundo, os usuários de cartão efetuaram, em média, 10 pagamentos por mês, com um valor médio por transação de US$ 28. Um padrão condizente com compras do dia a dia e uma frequência que indica que os pagamentos são uma atividade rotineira. Titulares de cartão ativos nos EUA, na Europa e na Ásia realizam, em média, entre 10 e 14 transações por mês — um patamar semelhante “a frequência de uso de cartões de débito —, ao passo que mercados emergentes, como a América Latina, estão avançando rapidamente a partir de uma base inicial mais baixa.

As condições que estão causando essas mudanças são estruturais e específicas. Na Nigéria, a naira oficial perdeu mais de 40% do seu valor em relação ao dólar em 2024; na Argentina, o peso teve uma perda comparável. Os corredores de remessa convencionais para esses mercados ainda cobram de 5 a 8% por transferência, em média. Por outro lado, ambos os países estão entre os mercados de crescimento mais rápido da Bitget Wallet — uma conexão direta entre a instabilidade da moeda local e a demanda por uma conta estável, de baixo custo e sem fronteiras. No Sudeste Asiático e no Sul da Ásia, as duas maiores regiões usuárias da plataforma, a infraestrutura de pagamento móvel já existe; Os pagamentos QR da Bitget Wallet e os trilhos de transferência bancária se conectam a hábitos que já estão formados.

“A próxima onda de usuários nesses mercados não pensa nisso como cripto”, disse Alvin Kan, COO da Bitget Wallet. “Eles têm um saldo em dólares, pagam, recebem e transferem o dinheiro entre fronteiras. A única diferença é que a conta é onchain. Os dados estão mostrando que isso está se tornando rotina, e o que começa como rotina nesses mercados tende a definir as futuras finanças globais.” Em uma carta do COO, Kan fala sobre os pontos de virada que moldaram a plataforma nos últimos oito anos.

Há oito anos, a Bitget Wallet foi lançada como uma ferramenta de negociação para nativos de criptomoedas. Nos últimos dois anos, o produto foi substancialmente reestruturado em torno de um caso de uso diferente: a infraestrutura que hoje abrange a emissão de cartões em mais de 50 mercados, os trilhos de pagamento QR no Sudeste Asiático e na América Latina, e as integrações bancárias diretas que atendem usuários na Nigéria, México e Bangladesh não existiam no último grande marco. Onchain Payments Matrix, a infraestrutura de liquidação por trás desses fluxos, agora abrange mais de 80 trilhos de pagamento em mais de 100 moedas, tendo liquidado mais de US$ 177 bilhões em stablecoins.

Para mais informações e o relatório de dados completo, visite o blog da Bitget Wallet.

Sobre a Bitget Wallet

A Bitget Wallet é uma carteira de criptomoedas de autocustódia criada para as finanças diárias. Desde 2018, a plataforma proporcionou a mais de 100 milhões de usuários em todo o mundo uma conta onchain que pode ser usada para guardar, gastar e investir em criptomoedas, com suporte a mais de 1 milhão de tokens em mais de 130 blockchains, mais de 100 moedas fiduciárias, cartões de criptomoedas Visa/Mastercard e métodos de pagamento locais. Sua segurança é respaldada por criptografia de chaves padrão do setor, um mecanismo de análise de risco em tempo real, auditorias independentes e um fundo de proteção ao usuário de mais de US$ 300 milhões. Em 2022, a Bitget Wallet levantou US$ 100 milhões em uma rodada de financiamento liderada pela Dragonfly. Para informações para a mídia, visite web3.bitget.com.

X | Telegram | LinkedIn | YouTube | Instagram | TikTok | Facebook

Para perguntas da mídia, contate media.web3@bitget.com

Isenção de responsabilidade: Apenas para fins informativos. As criptomoedas estão sujeitas a alto risco de mercado e volatilidade. Nenhum lucro é garantido. Você é fortemente aconselhado a fazer sua própria pesquisa antes de investir por conta própria. Nada nesta página deve ser interpretado como aconselhamento ou solicitação financeira. O desempenho passado não indica resultados futuros.

Foto deste comunicado disponível em https://www.globenewswire.com/NewsRoom/AttachmentNg/4c5f4bdd-196f-4cdb-b17b-fb9a8ed0e5bf

GLOBENEWSWIRE (Distribution ID 1001211904)



COMENTE ABAIXO:

Economia

Economia digital impulsiona novas carreiras

Publicados

em

Com o avanço da internet, das redes sociais e das plataformas digitais, o conceito tradicional de trabalho tem passado por uma transformação significativa nos últimos anos. A expansão da economia digital abriu espaço para novas formas de geração de renda, permitindo que profissionais atuem de maneira mais flexível, diversifiquem suas fontes de receita e conciliem diferentes atividades ao mesmo tempo.

Para Vinicius Lino, CEO da Quantum Nutrition, indústria de suplementos alimentares, a economia digital vem alterando a lógica tradicional de carreira e trabalho. De acordo com o executivo, no lugar de trajetórias lineares e centralizadas em um único vínculo, há um movimento em direção a modelos mais flexíveis, distribuídos e orientados por oportunidades.

“O trabalho passa a ser cada vez mais relacionado à capacidade de converter competências, conhecimento ou audiência em geração de valor, independentemente de formatos formais. Isso impulsiona o surgimento de novas dinâmicas profissionais, como múltiplas fontes de renda, atuação por projeto e maior autonomia na construção de carreira”, detalha.

No entanto, o especialista destaca que essa mudança também transfere responsabilidades para o profissional. Segundo ele, a previsibilidade tende a ser menor, enquanto cresce a importância de competências como adaptação, consistência e leitura de mercado para sustentar estabilidade e evolução profissional ao longo do tempo.

Economia digital amplia modelos de renda e atuação

O surgimento de novas formas de monetização fora do emprego formal, conforme pontua Lino, está associado a uma combinação de fatores. A digitalização ampliou o acesso a ferramentas e reduziu barreiras de entrada, enquanto as redes sociais facilitaram a distribuição de conhecimento, serviços e audiência com diferentes públicos.

Além disso, o executivo reforça que mudanças no contexto econômico também contribuíram para que mais pessoas buscassem alternativas de renda, diversificando suas formas de atuação profissional. “Outro ponto relevante é o avanço de plataformas que permitem monetizar diferentes tipos de habilidade, desde a criação de conteúdo até a prestação de serviços especializados”, observa.

Como consequência, o especialista frisa que modelos alternativos de renda passaram a ocupar espaço, tanto como complemento financeiro quanto como atividade principal.

O Brasil, de acordo com levantamento da Nielsen noticiado pelo portal Consumidor Moderno, lidera o ranking mundial de influenciadores digitais no Instagram. A plataforma reúne mais de 10,5 milhões de perfis considerados influenciadores, cada um com cerca de mil seguidores. Além disso, aproximadamente 500 mil criadores de conteúdo no país ultrapassam a marca de 10 mil seguidores na rede social.

Já o relatório “Creators & Negócios”, divulgado pela Forbes, aponta que 31,44% dos criadores de conteúdo faturam entre R$ 2 mil e R$ 5 mil por mês, enquanto 28,73% recebem rendimentos mensais entre R$ 5 mil e R$ 10 mil.

A economia de criadores de conteúdo tem evoluído de forma consistente para um ecossistema progressivamente mais profissionalizado. O que antes era visto como uma atividade complementar passou a incorporar elementos típicos de uma operação profissional.

De acordo com o executivo, atualmente a atuação como creator envolve planejamento, consistência, análise de desempenho, posicionamento e diferentes estratégias de monetização, indo além da simples produção de conteúdo. “Além disso, a construção de audiência e influência passa a ser acompanhada por uma lógica de negócio, com monetização por meio de parcerias, vendas, afiliados e outros formatos”, afirma.

Autonomia profissional redefine expectativas de carreira

Nesse cenário, a valorização da autonomia profissional tem influenciado de forma significativa as expectativas das novas gerações em relação à carreira, identifica o CEO da Quantum Nutrition. Além da busca por estabilidade, observa-se um interesse crescente por maior controle sobre tempo, rotina e evolução profissional.

De acordo com o especialista, esse comportamento está diretamente relacionado às possibilidades abertas pela economia digital, que ampliaram as formas de atuação e trouxeram mais flexibilidade para a construção de trajetórias profissionais.

Como resultado, surge uma diferença de expectativa em relação aos modelos mais tradicionais, que tendem a oferecer previsibilidade, mas nem sempre acompanham o ritmo de mudança e personalização desejado por esses profissionais.

“A autonomia passa a assumir um papel mais central, influenciando escolhas de carreira e exigindo que empresas e modelos de trabalho se adaptem a uma dinâmica mais flexível e orientada ao indivíduo”, sintetiza.

Lino percebe ainda que a busca por múltiplas fontes de renda teve, em um primeiro momento, forte relação com cenários de instabilidade econômica e, ao longo do tempo, evoluiu para uma escolha mais estratégica dentro da construção de carreira.

“Com o avanço da economia digital, tornou-se mais viável estruturar diferentes formas de geração de renda, o que contribuiu para uma mudança de percepção sobre dependência financeira”, acrescenta.

Hoje, a diversificação tende a ser vista não apenas como uma resposta a riscos, mas também como uma forma de ampliar resiliência financeira e possibilidades profissionais, especialmente em um ambiente no qual novas possibilidades surgem com maior frequência.

Diversificação muda conceito de estabilidade financeira

Para Lino, o equilíbrio entre liberdade e segurança financeira tende a ser resultado de uma construção. Dentro da economia digital, esses dois elementos passam a coexistir a partir de uma abordagem mais estratégica da geração de renda.

A diversificação de fontes, conforme analisa o CEO, permite ampliar a flexibilidade e reduzir a dependência de uma única atividade, mas exige critérios claros de validação, consistência na execução e desenvolvimento de fontes mais previsíveis ao longo do tempo.

“Mais do que substituir segurança por autonomia, o que se observa é uma mudança na forma de construir estabilidade, que passa a ser baseada em múltiplas fontes de renda, adaptação e gestão ativa da própria trajetória profissional”, conclui.

Para saber mais, basta acessar: https://quantumnutrition.com.br/



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTES

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA