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Polícia

PM e Gefron prendem quatro homens e apreendem 31 quilos de maconha em Pontes e Lacerda

Publicado em

Polícia

Policiais militares da Força Tática do 12º Comando Regional e do Grupo Especial de Fronteira (Gefron) prenderam quatro homens por tráfico de drogas e apreenderam 31 quilos de substância análoga à maconha, na tarde desta quarta-feira (7.10), em Pontes e Lacerda.

As equipes receberam denúncias anônimas sobre um veículo Gol branco que estava fazendo o transporte de grande quantidade de drogas, em direção a uma residência. Os policiais se deslocaram ao endereço informado e encontraram uma casa de portão entreaberto onde uma moto estava entrando com um suspeito.

Os militares realizaram tentativa de abordagem e o homem correu para dentro da casa, sendo perseguido pelos policiais. Dentro do imóvel, o suspeito foi encontrado escondido em um dos cômodos, onde também estavam outros três homens, sendo todos eles detidos.

Nas buscas pela residência, o veículo Gol estava estacionado na área da casa. Nas buscas no carro, os policiais encontraram diversos sacos contendo tabletes de maconha, que totalizaram 31 quilos de drogas.

Questionados pela PM, um dos suspeitos revelou que havia recebido o material de um homem e que estava na residência aguardando o contato de outro criminoso que faria o recolhimento da droga. Ele não soube informar a identidade dos outros dois suspeitos envolvidos.

Os quatro homens receberam voz de prisão e foram levados para a delegacia da cidade, com toda a droga apreendida, para registro da ocorrência e demais procedimentos pertinentes.



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Cira-MT recupera mais de R$ 4,5 milhões em débitos tributários

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Uma ação do Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos de Mato Grosso (Cira-MT) recuperou mais de R$ 4,5 milhões para os cofres públicos estaduais, após a quitação integral de débitos tributários vinculados a um produtor rural investigado no âmbito da Operação Ultimatum.

O contribuinte efetuou o pagamento à vista de R$ 4.510.252,54, valor correspondente ao Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e à respectiva multa. Os recolhimentos foram posteriormente homologados pela Secretaria de Estado de Fazenda de Mato Grosso (Sefaz-MT), encerrando a pendência fiscal.

As investigações apontaram indícios de comercialização de produtos agrícolas sem a devida documentação fiscal, com a utilização de notas fiscais inidôneas para acobertar operações comerciais e ocultar possíveis irregularidades tributárias.

Com base nos elementos reunidos durante a apuração, foram realizadas diligências para identificar os envolvidos e dimensionar os prejuízos causados ao erário. O trabalho permitiu a adoção de medidas administrativas e investigativas destinadas à cobrança dos valores devidos e à regularização da situação fiscal dos contribuintes.

No caso específico, após o avanço do procedimento administrativo fiscal e a notificação expedida pela Sefaz, o produtor rural optou pela quitação integral do débito.

Outros valores 

A Operação Ultimatum já havia recuperado mais de R$ 31,8 milhões para os cofres públicos de Mato Grosso entre 2021 e 2024, conforme dados do Cira-MT. O recolhimento de mais de R$ 4,5 milhões eleva o valor recuperado pela operação e integra os desdobramentos da apuração sobre sonegação fiscal.

A recuperação dos valores reforça a importância do trabalho conjunto desenvolvido pela Polícia Civil e pelos demais órgãos de fiscalização e controle, tanto na identificação de fraudes tributárias quanto na adoção de medidas voltadas à recomposição do patrimônio público.

Atuação integrada

O Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos de Mato Grosso (Cira-MT) atua no enfrentamento à sonegação fiscal e na recuperação de recursos devidos ao Estado, por meio da integração entre instituições de fiscalização, investigação e persecução penal.

A força-tarefa é composta pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso, por meio da 14ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Tributária; pela Polícia Judiciária Civil, por intermédio da Delegacia Especializada em Crimes Fazendários (Defaz); pela Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz); pela Procuradoria-Geral do Estado (PGE); e pela Controladoria-Geral do Estado (CGE).



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