Política
Reunião na Câmara discute imprudência no uso de bicicletas e motos elétricas em Lucas e define aulão para 7 de novembro
Política
O gabinete do presidente da Câmara Municipal de Lucas do Rio Verde, vereador Airton Callai, sediou nesta segunda-feira (19) uma reunião para discutir a segurança no trânsito envolvendo bicicletas e motos elétricas no município. O encontro contou com a participação do secretário municipal de Segurança e Trânsito, coronel Marcos Cunha, além de representantes da Guarda Municipal, da Polícia Militar, de autoescola e de revendedores de bicicletas e motos elétricas.
Durante a reunião, os participantes discutiram a imprudência que vem sendo observada na cidade no uso desses equipamentos, além das reclamações de frequentadores de parques, onde tem sido comum o tráfego de bicicletas elétricas. A principal definição do encontro foi a realização do primeiro aulão de motos e bicicletas elétricas, marcado para o dia 7 de novembro, no plenário da Câmara Municipal.
A programação contará com aulas teóricas das 8h às 10h, no plenário da Câmara, e aulas práticas das 14h às 16h, no centro de treinamento da autoescola Champonalli. Os participantes terão treinamento com guardas municipais, policiais militares e bombeiros, abordando temas como onde e como circular, equipamentos de segurança obrigatórios e condutas adequadas no trânsito.
Segundo o presidente Airton Callai, a iniciativa busca conscientizar a população sobre o uso seguro desses veículos. “Nós estamos com a cidade infestada disso e com pessoas que não sabem realmente como conduzir essas motos e também bicicletas no trânsito de Lucas do Rio Verde. É importante que as pessoas tenham a conscientização e, para isso, no dia 7 de novembro, nós vamos ter um importante aulão na Câmara Municipal, a parte teórica e também a parte prática”, afirmou.
Callai destacou ainda que o aulão é voltado a todos que utilizam esses equipamentos. “Vai começar às 8 horas da manhã e você que usa a bicicleta elétrica ou a moto elétrica é o nosso convidado especial para você saber onde você pode andar, como você pode andar e quais são os equipamentos de segurança. Tudo isso será discutido. E, é claro, sempre pensando em gente em primeiro lugar, é que nós vamos cuidar de como fazer com que as pessoas andem em segurança com bicicletas e motos elétricas em Lucas”, concluiu.
As inscrições serão gratuitas e realizadas no local.
Política
ONU aponta falta de isenção da Meta em eleição brasileira
Especialistas das Organizações das Nações Unidas (ONU) assinaram uma carta em que apontam restrições à expressão em plataformas como Instagram, Facebook e WhatsApp, todas da empresa Meta, nas eleições brasileiras em 2026.
Eles disseram que os observadores internacionais que participaram das eleições detectaram tratamento desigual das plataformas em relação aos conteúdos das campanhas, apontando que as contas ligadas a um dos candidatos foi prejudicada.
Entre os episódios registrados estão interrupções temporárias de contas de campanha e engajamento e alcance de publicações políticas de um dos candidatos severamente menor .
Eles também citaram que milhares de contas e perfis de influenciadores, jornalistas e criadores de conteúdo foram suspensos, quase todos do mesmo lado político.
NetLab
Um carta do NetLab também questiona a derrubada de um perfil do candidato Luiz Inácio Lula da Silva sob a alegação de controle contra notícias falsas ligadas à políticas públicas pela Meta, enquanto a empresa mantém perfis com publicações com fake news .
O documento também diz que o laboratório identificou falhas da empresa de tecnologia, que teria permitido “propaganda eleitoral paga no exterior e vendido e veiculado durante o resguardo eleitoral”.
O NetLab é um laboratório de pesquisas sobre internet e redes sociais ligado à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Caso do WhatsApp
Na semana passada, a campanha do candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) entrou com uma ação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) depois que usuários do WhatsApp relataram que a inteligência artificial do aplicativo se recusava a produzir imagens com a palavra “Lula” e o número “13”, mas produzia conteúdo normalmente com a palavra “Flávio” e o número ”22”.
Os advogados da campanha afirmaram que a Meta praticou “seletividade algorítmica” para beneficiar Flávio Bolsonaro, candidato do PL.
Outro lado
Sobre a nota da ONU, a Meta respondeu que as pessoas podem se expressar livremente em seus aplicativos, sem tratamento preferencial a qualquer posicionamento político. “Incidentes técnicos podem ocorrer em uma plataforma da nossa escala, mas não representam direcionamento político. Cumprimos a legislação eleitoral brasileira e agimos rapidamente para corrigir erros quando identificados, garantindo condições de igualdade para todos que utilizam nossos serviços”, disse a empresa
Em relação à nota do NetLab, respondeu que não permite conteúdos que explorem programas públicos para fraudar pessoas, removendo-os sempre que identificados.
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