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Economia

Déficit de saneamento mobiliza agenda em vários estados

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Economia

Quando se fala em saneamento básico, os indicadores mostram que o Brasil ainda enfrenta desafios para ampliar o acesso aos serviços essenciais. Atualmente, mais de 32 milhões de pessoas vivem sem água potável e mais de 90 milhões não contam com coleta ou tratamento de esgoto, segundo dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS).

A ausência desses serviços tem impactos que vão além da infraestrutura urbana. Estudos e indicadores do setor apontam que a falta de saneamento está associada a problemas de saúde pública, que, por consequência, reduzem a qualidade de vida da população, afetam o desempenho escolar de crianças e adolescentes, além de influenciar as condições de desenvolvimento social e econômico das comunidades.

Embora o Novo Marco Legal do Saneamento tenha estabelecido metas para ampliar a cobertura dos serviços nos próximos anos, a universalização do acesso ainda depende da realização de obras de infraestrutura, da ampliação dos investimentos e da participação de diferentes setores da sociedade no debate sobre o tema.

Para ampliar essa conversa, o Instituto Aegea está promovendo a plataforma Saneamento Salva, iniciativa que reúne informações, estudos, entrevistas, especialistas e lideranças para discutir como o acesso à água tratada e ao esgotamento sanitário pode transformar a vida das pessoas.

A agenda do Saneamento Salva teve início em abril, com eventos em Manaus (AM) e Belém (PA). Em maio, as atividades passaram por municípios do Rio de Janeiro e do Rio Grande do Sul. Neste mês, os encontros chegaram a Teresina (PI), Rondônia e Espírito Santo, reunindo representantes do poder público, profissionais da saúde, educadores, lideranças comunitárias, pesquisadores e integrantes da sociedade civil.

No encontro realizado no início de junho em Teresina (PI), o médico Drauzio Varella participou das discussões e abordou os impactos da falta de saneamento na saúde pública brasileira. Durante sua fala, relembrou a realidade vivida pelo país em décadas passadas e destacou o papel do saneamento na redução da mortalidade infantil e no aumento da expectativa de vida.

Segundo ele, as doenças relacionadas à ausência desses serviços, como verminoses e infecções gastrointestinais, ainda representam um desafio, especialmente entre crianças. “A falta de saneamento está relacionada principalmente às verminoses e às infecções gastrointestinais, que afetam especialmente as crianças. Eu ainda era menino quando ouvia que o grande problema da saúde pública brasileira era a falta de saneamento. Oitenta anos depois, continuamos discutindo o mesmo tema”, afirmou. O médico também ressaltou que os benefícios são percebidos desde os primeiros investimentos. “O saneamento, quando começa, já modifica a saúde pública. Não é preciso esperar a conclusão de todas as obras para perceber os resultados”, completou.

Para Édison Carlos, presidente do Instituto Aegea, a universalização dos serviços exige participação de diferentes setores da sociedade. “O saneamento afeta diretamente o cotidiano das pessoas e seus efeitos vão além da infraestrutura. O acesso à informação é importante para que a população compreenda os impactos da falta desses serviços e participe dessa discussão”, ressalta.

Estudos apontam que a ausência de saneamento adequado está associada à maior incidência de doenças de veiculação hídrica e a problemas que afetam o desempenho escolar, a produtividade do trabalho e as condições de desenvolvimento das comunidades.

Em 2024, o Brasil contabilizou 344 mil internações por doenças de transmissão hídrica. Isso comprova que a falta de saneamento traz grandes impactos à vida do brasileiro e sobrecarrega todo o sistema de saúde com doenças que poderiam ser evitadas. De acordo com estudo do Instituto Trata Brasil de 2024, intitulado “Saneamento é saúde: como a falta de acesso à infraestrutura básica impacta na incidência de doenças (DRSAI)”, a falta de saneamento básico afeta sobretudo as mulheres e crianças que vivem em locais vulneráveis, que são pretas, pardas e indígenas. Crianças de até 4 anos e idosos representam 20% dessas internações.

“O debate ocorre em um momento em que o país busca avançar no cumprimento das metas de universalização do saneamento. Embora os desafios permaneçam significativos, a ampliação do acesso à água tratada e à coleta e tratamento de esgoto está entre as medidas necessárias para melhorar indicadores de saúde pública e reduzir desigualdades históricas relacionadas à infraestrutura urbana”, finaliza Édison.



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Clínica Union destaca a segurança em cirurgias plásticas

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A Union Cirurgia Plástica, clínica sediada em Joinville (SC) e conduzida pelo cirurgião Vinícius Spiandorello, tem direcionado sua atuação ao contorno corporal, com foco em segurança e acompanhamento do paciente em todas as etapas do procedimento. A proposta da clínica reúne equipe multidisciplinar, estrutura para o pré, o intra e o pós-operatório e investimento em tecnologia aplicada à área.

O posicionamento ocorre em um país de destaque no setor. Segundo relatório da ISAPS (Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética), o Brasil é o país que mais realiza cirurgias plásticas no mundo, com mais de 2 milhões de procedimentos cirúrgicos em 2024. A lipoaspiração lidera o ranking nacional, seguida pelo aumento de mama e pela abdominoplastia, intervenções ligadas ao contorno corporal.

Na atuação da Union, segundo a clínica, o contorno corporal envolve técnicas como a lipoaspiração e a abdominoplastia, conduzidas por equipe multidisciplinar que acompanha o paciente desde a consulta até a recuperação. A clínica afirma investir em capacitação e em recursos tecnológicos voltados ao planejamento cirúrgico e à segurança, com a proposta de priorizar naturalidade e harmonia corporal.

A escolha do profissional é apontada por entidades do setor como fator decisivo de segurança. A Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) destaca que a cirurgia estética, embora eletiva, é um procedimento médico que envolve riscos e recomenda a avaliação criteriosa de cada caso por cirurgião habilitado. Nesse sentido, a Union reforça que a indicação de qualquer procedimento depende de avaliação individual e do cumprimento das orientações pré-operatórias.

Com o crescimento da procura por procedimentos estéticos no país, clínicas têm reforçado a comunicação sobre segurança e acompanhamento como diferenciais. Para a Union, o foco na avaliação individual, na estrutura de apoio ao paciente e na atuação de equipe especializada é o que sustenta a confiança em um procedimento de natureza médica.

Para saber mais, basta acessar: https://vsplastica.com.br/



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