Economia
VGrid orienta segurança de IA conectada ao e-mail
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Uma campanha de fraude por e-mail identificada em 22 de outubro de 2026 e detalhada pela Sublime Security no dia 26 incluiu instruções ocultas destinadas a agentes de inteligência artificial. As mensagens tentavam induzir o encaminhamento de uma cobrança ao setor de contas a pagar. O caso mostra uma tentativa de manipular a automação que lê o conteúdo, além de enganar o destinatário humano. Diante desse tipo de risco, a VGrid, consultoria especializada em governança de inteligência artificial, AI Security e AI Compliance, orienta empresas a avaliar permissões e controles antes de conectar IA ao ambiente corporativo.
Para Rafael Lotfi Marrocos Leite, fundador e CEO da VGrid, a análise deve começar pelas capacidades concedidas à ferramenta. Executivo e consultor em governança de IA, segurança da informação e privacidade, ele possui as credenciais Lead Auditor e Lead Implementer em ISO/IEC 42001 e a certificação Artificial Intelligence Compliance Professional, da EXIN. Sua trajetória inclui funções de CISO e DPO e atuação em empresas como Stone, CloudWalk e Luby. “Conectar uma IA ao e-mail exige decidir o que ela pode ler, alterar e enviar”, afirma. Segundo ele, cada uma dessas permissões precisa ter finalidade, limites e responsáveis definidos.
O ataque é conhecido como prompt injection, ou injeção de instruções: um conteúdo tenta desviar o comportamento de um modelo de IA das orientações legítimas. Na forma indireta, essas instruções chegam por materiais que o sistema consulta, como e-mails, anexos e páginas. A Microsoft descreve que mensagens desse tipo podem tentar alterar resumos, influenciar classificações ou provocar ações indesejadas. O recebimento de uma mensagem maliciosa não significa que o ataque terá sucesso: o resultado depende de como o conteúdo é processado, das permissões disponíveis e das proteções da aplicação.
Uma ferramenta que produz rascunhos tem capacidades diferentes de um agente autorizado a enviar mensagens, modificar arquivos ou executar tarefas em outros sistemas. A OWASP recomenda restringir privilégios, separar conteúdo externo das instruções confiáveis, exigir aprovação humana para ações de maior risco e realizar testes adversariais. “A autorização para consultar uma informação precisa ser avaliada separadamente da autorização para agir sobre ela. Enviar dados, apagar arquivos ou alterar registros exige controles proporcionais ao impacto”, explica Rafael Lotfi. O executivo recomenda que as empresas documentem as ações permitidas e testem os limites antes de ampliar a autonomia.
O mapeamento também precisa alcançar usos que não passaram pelos processos internos de aprovação, situação conhecida como Shadow AI. Em orientação publicada em setembro, o Centro Nacional de Segurança Cibernética do Reino Unido, NCSC, destaca riscos de exposição de informações e perda de visibilidade sobre dados compartilhados com serviços de IA. Para Rafael, a empresa precisa compreender a necessidade que levou à adoção da ferramenta e oferecer alternativas adequadas. O diagnóstico deve identificar aplicações, usuários, integrações, categorias de dados acessíveis e responsáveis, inclusive quando a funcionalidade de IA está incorporada a um software já contratado.
Na atuação da VGrid, a segurança de IA é conectada à governança, à segurança da informação e à privacidade. Conforme o escopo, o trabalho inclui inventário de sistemas, avaliação de riscos, análise de permissões, revisão de arquitetura e testes controlados de manipulação de instruções. A consultoria também atua com ISO/IEC 42001, voltada ao sistema de gestão de IA, ISO/IEC 27001, de segurança da informação, e ISO/IEC 27701, de gestão de privacidade. A integração permite organizar políticas, responsabilidades, controles e evidências em torno do mesmo uso de tecnologia, considerando tanto os dados tratados quanto as ações executadas.
A capacitação das equipes integra esse processo. Nos treinamentos corporativos, a orientação abrange revisão de resultados, cuidado com dados e comunicação de comportamentos inesperados. “As equipes precisam saber quais usos foram autorizados, quais resultados devem conferir e a quem recorrer quando a ferramenta faz algo fora do esperado”, enfatiza Rafael Lotfi. Para o executivo, a supervisão deve contar com pessoas que tenham informação e autoridade para intervir.
O acompanhamento precisa continuar após a implantação, especialmente quando a IA recebe novos conectores, passa a acessar outras bases ou ganha capacidade de executar ações. A VGrid estrutura projetos de diagnóstico, políticas de uso, avaliação de riscos, controles técnicos, capacitação e acompanhamento contínuo, conforme a maturidade e as necessidades da organização. “A produtividade precisa vir acompanhada de critérios para autorizar, monitorar e interromper uma automação. Esse trabalho envolve as áreas de negócio, tecnologia, segurança, jurídico e privacidade”, ressalta Rafael Lotfi Marrocos Leite.
Informações sobre governança de IA e AI Security estão disponíveis em https://vgrid.com.br/.
Economia
PU Prime Destaca a Educação de Traders e as Perspectivas para a América Latina na FX Expo Medellín 2026
MEDELLÍN, Colômbia, Oct. 30, 2026 (GLOBE NEWSWIRE) — A PU Prime, uma corretora online global multilicenciada, recebeu o prêmio de Melhor Experiência de Educação em Trading na FX Expo Medellín 2026, realizada nos dias 23 e 24 de outubro no Centro de Eventos El Tesoro. Liderada pelos Gerentes de Parcerias Alexis Jorge e Michel Cohen, a presença da empresa se concentrou nas perspectivas para o trading e a capacitação de traders na América Latina.
Explorando as Perspectivas de Trading na América Latina Alexis Jorge participou de um painel de discussão sobre as perspectivas de trading na região. Ele enfatizou que, na era da IA, o acesso a ferramentas avançadas e a informações em tempo real não leva automaticamente a uma melhor compreensão. Em vez de simplesmente dependerem da tecnologia mais recente, os traders devem se concentrar em entender como essas ferramentas funcionam e como usá-las eficazmente.
Ele destacou quatro habilidades essenciais que os traders devem priorizar:
- Gestão de riscos: Gestão da exposição e proteção do capital.
- Entendimento da alavancagem: Como a alavancagem afeta tanto os retornos potenciais quanto os riscos.
- Pensamento analítico: Interpretação das informações do mercado de forma crítica para a tomada de decisões bem fundamentadas.
- Disciplina psicológica: Controle emocional e consistência ao lidar com a volatilidade do mercado.
Aprendizado do trader no centro Michel Cohen apresentou “A Universidade do Trader: O que um trader realmente deve aprender?” Ele argumentou que as corretoras e os parceiros devem criar relacionamentos em torno da participação informada e do aprendizado contínuo, e não tratar a abertura de contas como o objetivo final.
Cohen enfatizou que a capacitação dos traders deve começar antes da abertura de uma conta, proporcionando aos traders em potencial uma compreensão clara do mercado e dos seus riscos antes de comprometerem seus recursos financeiros. Ele descreveu o papel das comunidades de trading e dos parceiros educacionais ao explicar o que a participação envolve, alinhar as expectativas e ajudar os traders a avaliar sua preparação.
As duas sessões se complementaram. As habilidades que Jorge identificou, desde a gestão de riscos e alavancagem até o pensamento analítico e a manutenção da disciplina, são os mesmos fundamentos que Cohen argumentou que os traders devem desenvolver antes de começar a operar.
Conexão com os traders na Expo Além dos debates no palco, a PU Prime recebeu os visitantes em seu estande para conhecerem a equipe e participarem de um sorteio. Os prêmios incluíram echarpes, canecas, sacolas e cadernos da parceria regional da PU Prime com a Associação Argentina de Futebol (AFA), levando o toque do futebol argentino para a exposição. Por meio de sessões educativas, conversas com traders e atividades no estande, a PU Prime dá vida ao seu slogan, “Uma forma mais clara de negociar”, criando oportunidades de aprendizado, conexão e compartilhamento de experiências.
Sobre a PU Prime
Fundada em 2015, a PU Prime é uma empresa líder global em fintech e corretora de CFD confiável. Ela oferece produtos financeiros regulamentados em forex, commodities, índices, ações e títulos. Operando em mais de 100 países com mais de 40 milhões de downloads de aplicativos, a PU Prime oferece plataformas de negociação inovadoras e um recurso de copy trading integrado, capacitando os traders em todo o mundo a alcançar o sucesso financeiro com confiança.
Para obter mais informações, consulte as contas oficiais da PU Prime nas redes sociais: LinkedIn, Facebook e Telegram.
Para perguntas da mídia, contate: media@puprime.com
Foto deste comunicado disponível em http://www.globenewswire.com/NewsRoom/AttachmentNg/d068cd7e-a166-455a-b959-ede47acd5e53

GLOBENEWSWIRE (Distribution ID 1001280510)
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