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Jantar recebe namorados com música e oficina de chocolate
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Em tempos de valorização das experiências, o ArtFusão transforma o Dia dos Namorados em uma celebração sensorial. Com o tema “Uma Noite Feita à Mão”, o restaurante preparou uma experiência exclusiva para casais que desejam viver uma noite marcada por afeto, sabores, música e criatividade.
Com sua proposta de gastronomia afetiva e por criar momentos que despertam memórias, o ArtFusão convida os apaixonados para uma noite cuidadosamente desenhada nos mínimos detalhes. A paleta de cores dita o tom do ambiente, a música ao vivo embala os encontros na noite que terá menu especial, criado exclusivamente para a data.
Mais do que um jantar, a experiência inclui ainda uma oficina de chocolate artesanal, em que os casais poderão criar seus próprios chocolates e construir memórias juntos, decorando-os com grãos, sementes e frutas secas. Para tornar a lembrança ainda mais especial, cada criação será acondicionada em uma embalagem exclusiva do restaurante, personalizada pelos próprios casais de namorados durante a noite.
“O amor também se constrói nos pequenos gestos, nas memórias compartilhadas e no tempo dedicado ao outro. Sendo assim, pensamos cada detalhe desta experiência para que os casais levem para casa muito mais do que uma refeição, como também uma lembrança afetiva construída a quatro mãos”, destaca a chef Glaucia Bollella.
Menu exclusivo
Entradas:
Tartine Gravlax: tostadas fininhas do pão da casa acompanhadas de cream cheese de kefir, carapau curado e grãos de mostarda fermentada.
Bruschettas Rockford: pão centenário tostado no azeite, queijo Rockford, relish de cebola roxa e mel de laranjeiras.
Folhadas de Brie: massa fillo crocante com queijo brie assado, geleia de pimenta com pera e limão-siciliano.
Crocante de Camarão: cracker em folha de arroz com camarão grelhado na manteiga e alho, servido com guacamole da casa.
Arancini Rosso & Ervas Finas: croqueta de risoto de tomate fresco e ervas da horta, empanada em panko e finalizada com maionese caseira de hondashi.
Pratos principais:
L’Entrecôte: corte nobre grelhado na brasa, acompanhado de batatas rústicas, salada de rúcula e creme de mostarda artesanal.
Risoto de Camarão: camarões salteados na manteiga e alho assado, com toque de limão-siciliano e ervas frescas.
Risoto de Cogumelos: combinação de cogumelos frescos, vinho branco e parmesão, resultando em um prato cremoso e aromático.
Sobremesas: Grand Finale:
Cheesecake com geleia de frutas vermelhas
Mousse de Chocolate
Café ou Chá acompanhado de Petit Four
Sobre o ArtFusão
O ArtFusão é um espaço que une gastronomia, acolhimento e experiências afetivas. Com uma proposta que valoriza os encontros, os sabores artesanais e a criação de memórias.
Serviço:
Jantar de Namorados ArtFusão – Uma Noite Feita à Mão
O valor único cobrado pela experiência inclui:
Todas as entradas do menu.
Um prato principal à escolha.
Uma sobremesa à escolha.
Café ou chá com petit four.
Oficina de chocolate artesanal.
Música ao vivo.
Água da nascente como cortesia.
Bebidas são cobradas à parte. Taxa de serviço opcional de 13%.
As vagas são limitadas e as reservas devem ser realizadas antecipadamente.
Endereço: Rua Agostinho de Souza, 102 – Morro Grande, Caieiras – São Paulo
Site: www.artfusao.com
Reservas: (11) 99128-6346
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a vida de Da Cunha em videogame
Unir a trajetória real de um parlamentar com a linguagem dos videogames parece uma tarefa ambiciosa, mas é exatamente o que faz “Da Cunha: O Caminho do Guerreiro”, um jogo independente brasileiro que acaba de ser lançado gratuitamente para navegador. A obra percorre, em cinco capítulos interativos, a vida do deputado federal Delegado Da Cunha, desde os tatames da Baixada Santista até os corredores do Congresso Nacional — e ainda avança para um futuro distópico, onde a luta pela justiça se reinventa. A produção já chama a atenção pela originalidade com que mistura gêneros e narrativa.
Do judô ao quartel: os dois primeiros atos
A primeira fase coloca o jogador em um dojô, controlando o próprio Da Cunha criança em um combate de judô. Usando os botões de defesa e ataque, é preciso aplicar a disciplina que o esporte ensina: esperar o momento certo para bloquear e contra-atacar. Cada vitória desbloqueia uma nova página da biografia, revelando desde a infância humilde em Santos até a frustração de ver o sonho olímpico escapar por um erro administrativo no quartel.
O segundo capítulo transpõe essa mesma disciplina para o ambiente militar. Em uma fase de plataforma com obstáculos, o jogador precisa correr, saltar e se equilibrar por cenários do 2º Batalhão de Infantaria Leve (2º BIL), onde Da Cunha serviu como oficial temporário por oito anos. Lembrando Pitfall, ele pula sobre arames farpados, jacarés e pântanos como desafios de habilidade.
Patrulhando a Zona Leste de São Paulo
O terceiro ato muda completamente de tom. No comando de uma viatura com visão aérea, o jogador patrulha a Zona Leste de São Paulo em uma mecânica que lembra o primeiro “Grand Theft Auto”, mas com uma diferença crucial: aqui, se está do lado da lei. Sob as ordens do Delegado Da Cunha — que se comunica por rádio ao longo da missão —, é preciso interceptar veículos suspeitos usando manobras táticas e o uso inteligente da sirene.
“Queríamos resgatar a nostalgia do gênero top-down, mas subvertendo a lógica da violência. Não há armas de fogo. O jogador precisa imobilizar os criminosos pela condução, e o acionamento da sirene tem um papel estratégico: ligada, ela imobiliza os inimigos próximos e afasta civis, mas alerta os bandidos; desligada, permite uma aproximação furtiva”, explica a equipe de desenvolvimento.
A progressão da fase reflete a ascensão na carreira policial: começa-se enfrentando olheiros do tráfico e “aviõezinhos”, passando pelos gerentes do crime organizado e culminando na captura do líder da organização. Ao final, a mensagem de rádio de Da Cunha resume o espírito da missão: “Agora vamos mudar a lei em Brasília pra ele continuar preso”.
A batalha parlamentar: o plenário como campo de guerra
O quarto capítulo é também um dos mais surpreendentes. Quando a história atinge a esfera política, o jogo se transforma em um “tower defense” (defesa de território) ambientado no Congresso Nacional. O objetivo é aprovar o Projeto de Lei 3780/2023 — um PL real, que propõe o endurecimento das penas para roubos e furtos — enquanto ondas de inimigos simbólicos tentam desidratar a proposta.
A mecânica é uma metáfora precisa do processo legislativo. O jogador constrói “torres” que representam estratégias reais de atuação parlamentar: a “Argumentação Jurídica” dispara citações e jurisprudências contra as divergências; a “Mobilização Popular” gera dano em área, simulando a pressão das redes sociais; e os “Dados Técnicos” causam impacto massivo, como um estudo comparado que convence os indecisos.
Os adversários também são figurativos: “Divergências” são oponentes comuns, “Obstruções” são requerimentos que atrasam a tramitação, e os temidos “Chefes de Emenda” tentam suprimir trechos inteiros do projeto, reduzindo a eficácia da lei. Para vencer, é preciso gerenciar recursos limitados e evoluir as torres ao longo de 15 ondas — uma alusão às sucessivas comissões pelas quais um projeto precisa passar até chegar à votação em plenário.
“O jogo foi pensado para ser divertido e nostálgico, mas também para mostrar, de forma prática e intuitiva, como funciona o complexo percurso de uma lei no Brasil. O jogador se diverte defendendo o PL e, no processo, entende o que é uma emenda supressiva ou um pedido de vista”, comenta a equipe.
O clímax futurista: a derrubada do veto
A jornada não termina no Plenário. Em um quinto capítulo inesperado, liberado somente após jogar as outras fases, o jogador é transportado para um futuro distópico, onde Da Cunha — agora uma espécie de combatente da resistência — pilota uma nave espacial para destruir as torres do lobby e derrotar o “Grande Veto” presidencial. A fase mistura ação frenética com simbolismo: cada projétil disparado representa um voto, cada torre destruída é um argumento vencido, e o tempo limitado impõe a urgência da articulação política.
A transição do cenário político para a ficção científica não é arbitrária; ela traduz visualmente a ideia de que a luta contra a impunidade é contínua e exige reinvenção. Ao derrotar o veto, o jogador assiste à promulgação da Lei 15.397/2026, e o jogo se encerra com uma lista detalhada das penas endurecidas — uma forma de mostrar que cada decisão na Câmara tem impacto direto na vida das pessoas.
Uma biografia interativa, gratuita e multiplataforma
Com visual em pixel art e trilha sonora original, “Da Cunha: O Caminho do Guerreiro” está disponível gratuitamente para computadores e dispositivos móveis, diretamente no navegador. O jogo não requer instalação e pode ser acessado em qualquer aparelho com conexão à internet.
Ao unir a trajetória pessoal de um parlamentar com a linguagem dos games, o projeto aponta para uma nova forma de comunicação política — uma em que o eleitor não apenas lê sobre as leis, mas as defende com as próprias mãos.
Sobre o Jogo:
– Título: Da Cunha: O Caminho do Guerreiro
– Plataforma: Web (HTML5 / PC e Mobile)
– Gênero: Luta / Plataforma / Ação Top-Down / Tower Defense / Shoot’em up
– Preço: Gratuito
– Acesse: http://delegadodacunha.com/jogo
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