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Mobili anuncia Hulk como novo parceiro em proteção veicular

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Hulk é normalmente conhecido no país pelos gols, assistências e pelo porte físico avantajado que permitiu carregar o apelido jogando principalmente pelo Atlético-MG e pela Seleção Brasileira. Mas, além da performance dentro de campo, o atleta também busca mostrar desenvoltura fora das quatro linhas. Agora, ele foi escalado como parceiro comercial da Mobili, uma das empresas com forte atuação no país em proteção veicular.

A escolha vem num momento considerado positivo para o setor. O novo marco regulatório, instituído pela Lei Complementar 213/2025, vai garantir mais profissionalismo, responsabilidade e transparência das operadoras, que passarão a ser fiscalizadas diretamente pela Superintendência de Seguros Privados (Susep). Esses passos já vinham sendo gradativamente implementados pela Mobili, o que atraiu a atenção do jogador, que firmou contrato recentemente com o Fluminense. Além disso, a desburocratização do acesso à proteção de veículos também pesou na decisão.

“A força de uma trajetória não se mede pelo barulho que ela faz hoje, mas pela constância que ela mantém no tempo. Muitos me perguntam por que escolhi a Mobili. A resposta é simples: eu não busco apenas tamanho; eu busco confiança. Eu olhei os números, a operação, a reputação e principalmente os valores. O mercado de proteção veicular mudou, está mais profissional, mais sério e regulamentado”, justifica Hulk.

O jogador revela que a credibilidade da Mobili foi preponderante para que a aliança ocorresse. “Confiança não se improvisa, é algo que se constrói com seriedade. Eu escolhi estar aqui porque reconheço a mesma disciplina que me trouxe até onde estou”, pontua. A entrada do jogador ao conselho consultivo da empresa faz projetar um novo cenário para a organização, reforçando uma imagem para o mercado nacional focada em governança e na visão de futuro.

Para o presidente da Mobili, Rodrigo Rocha, essa visão de futuro está alinhada com o propósito que Hulk vem buscando no mercado de proteção veicular. “A nova regulamentação vai proporcionar um nível de profissionalização muito mais elevado aos consumidores, e isso pode resultar num aumento da confiança do público em relação às empresas. A chegada do Hulk ao nosso conselho consultivo reforça esse processo de confiança porque identificamos que a Mobili é uma marca que se preparou para esse novo ciclo. Aliado àquilo que o Hulk representa, é um casamento que une propósitos bem parecidos em um mercado que está aquecido”, avalia.

Sobre a Mobili

A Mobili é uma associação de proteção veicular criada há oito anos, e que hoje já alcança todo o território brasileiro. A empresa atua na oferta de soluções para motoristas que buscam proteção contra eventuais danos ao veículo.

É essa cultura organizacional que levou a empresa a conquistar, em 2024 e em 2025, o 1º lugar do Prêmio Reclame Aqui no segmento de proteção veicular. Este ano está novamente concorrendo ao prêmio. Além disso, a Mobili possui o Selo GPTW (Great Place to Work), certificação global que indica os ambientes de trabalho mais agradáveis e de alta confiança. A empresa associa as premiações a um alto índice de satisfação e reconhecimento público que ela identificou na análise de qualidade do atendimento.



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a vida de Da Cunha em videogame

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Unir a trajetória real de um parlamentar com a linguagem dos videogames parece uma tarefa ambiciosa, mas é exatamente o que faz “Da Cunha: O Caminho do Guerreiro”, um jogo independente brasileiro que acaba de ser lançado gratuitamente para navegador. A obra percorre, em cinco capítulos interativos, a vida do deputado federal Delegado Da Cunha, desde os tatames da Baixada Santista até os corredores do Congresso Nacional — e ainda avança para um futuro distópico, onde a luta pela justiça se reinventa. A produção já chama a atenção pela originalidade com que mistura gêneros e narrativa.

Do judô ao quartel: os dois primeiros atos

A primeira fase coloca o jogador em um dojô, controlando o próprio Da Cunha criança em um combate de judô. Usando os botões de defesa e ataque, é preciso aplicar a disciplina que o esporte ensina: esperar o momento certo para bloquear e contra-atacar. Cada vitória desbloqueia uma nova página da biografia, revelando desde a infância humilde em Santos até a frustração de ver o sonho olímpico escapar por um erro administrativo no quartel.

O segundo capítulo transpõe essa mesma disciplina para o ambiente militar. Em uma fase de plataforma com obstáculos, o jogador precisa correr, saltar e se equilibrar por cenários do 2º Batalhão de Infantaria Leve (2º BIL), onde Da Cunha serviu como oficial temporário por oito anos. Lembrando Pitfall, ele pula sobre arames farpados, jacarés e pântanos como desafios de habilidade.

Patrulhando a Zona Leste de São Paulo

O terceiro ato muda completamente de tom. No comando de uma viatura com visão aérea, o jogador patrulha a Zona Leste de São Paulo em uma mecânica que lembra o primeiro “Grand Theft Auto”, mas com uma diferença crucial: aqui, se está do lado da lei. Sob as ordens do Delegado Da Cunha — que se comunica por rádio ao longo da missão —, é preciso interceptar veículos suspeitos usando manobras táticas e o uso inteligente da sirene.

“Queríamos resgatar a nostalgia do gênero top-down, mas subvertendo a lógica da violência. Não há armas de fogo. O jogador precisa imobilizar os criminosos pela condução, e o acionamento da sirene tem um papel estratégico: ligada, ela imobiliza os inimigos próximos e afasta civis, mas alerta os bandidos; desligada, permite uma aproximação furtiva”, explica a equipe de desenvolvimento.

A progressão da fase reflete a ascensão na carreira policial: começa-se enfrentando olheiros do tráfico e “aviõezinhos”, passando pelos gerentes do crime organizado e culminando na captura do líder da organização. Ao final, a mensagem de rádio de Da Cunha resume o espírito da missão: “Agora vamos mudar a lei em Brasília pra ele continuar preso”.

A batalha parlamentar: o plenário como campo de guerra

O quarto capítulo é também um dos mais surpreendentes. Quando a história atinge a esfera política, o jogo se transforma em um “tower defense” (defesa de território) ambientado no Congresso Nacional. O objetivo é aprovar o Projeto de Lei 3780/2023 — um PL real, que propõe o endurecimento das penas para roubos e furtos — enquanto ondas de inimigos simbólicos tentam desidratar a proposta.

A mecânica é uma metáfora precisa do processo legislativo. O jogador constrói “torres” que representam estratégias reais de atuação parlamentar: a “Argumentação Jurídica” dispara citações e jurisprudências contra as divergências; a “Mobilização Popular” gera dano em área, simulando a pressão das redes sociais; e os “Dados Técnicos” causam impacto massivo, como um estudo comparado que convence os indecisos.

Os adversários também são figurativos: “Divergências” são oponentes comuns, “Obstruções” são requerimentos que atrasam a tramitação, e os temidos “Chefes de Emenda” tentam suprimir trechos inteiros do projeto, reduzindo a eficácia da lei. Para vencer, é preciso gerenciar recursos limitados e evoluir as torres ao longo de 15 ondas — uma alusão às sucessivas comissões pelas quais um projeto precisa passar até chegar à votação em plenário.

“O jogo foi pensado para ser divertido e nostálgico, mas também para mostrar, de forma prática e intuitiva, como funciona o complexo percurso de uma lei no Brasil. O jogador se diverte defendendo o PL e, no processo, entende o que é uma emenda supressiva ou um pedido de vista”, comenta a equipe.

O clímax futurista: a derrubada do veto

A jornada não termina no Plenário. Em um quinto capítulo inesperado, liberado somente após jogar as outras fases, o jogador é transportado para um futuro distópico, onde Da Cunha — agora uma espécie de combatente da resistência — pilota uma nave espacial para destruir as torres do lobby e derrotar o “Grande Veto” presidencial. A fase mistura ação frenética com simbolismo: cada projétil disparado representa um voto, cada torre destruída é um argumento vencido, e o tempo limitado impõe a urgência da articulação política.

A transição do cenário político para a ficção científica não é arbitrária; ela traduz visualmente a ideia de que a luta contra a impunidade é contínua e exige reinvenção. Ao derrotar o veto, o jogador assiste à promulgação da Lei 15.397/2026, e o jogo se encerra com uma lista detalhada das penas endurecidas — uma forma de mostrar que cada decisão na Câmara tem impacto direto na vida das pessoas.

Uma biografia interativa, gratuita e multiplataforma

Com visual em pixel art e trilha sonora original, “Da Cunha: O Caminho do Guerreiro” está disponível gratuitamente para computadores e dispositivos móveis, diretamente no navegador. O jogo não requer instalação e pode ser acessado em qualquer aparelho com conexão à internet.

Ao unir a trajetória pessoal de um parlamentar com a linguagem dos games, o projeto aponta para uma nova forma de comunicação política — uma em que o eleitor não apenas lê sobre as leis, mas as defende com as próprias mãos.

Sobre o Jogo:

– Título: Da Cunha: O Caminho do Guerreiro

– Plataforma: Web (HTML5 / PC e Mobile)

– Gênero: Luta / Plataforma / Ação Top-Down / Tower Defense / Shoot’em up

– Preço: Gratuito

– Acesse: http://delegadodacunha.com/jogo



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