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Polícia Civil cumpre mandados contra grupo criminoso especializado em golpes da Falsa Central Financeira

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A Polícia Civil de Mato Grosso cumpre mandados de busca e apreensão na manhã desta terça-feira (17.6) na Operação Alétheia, deflagrada pela Polícia Civil de Santa Catarina com o objetivo de desarticular uma organização criminosa especializada em golpes milionários praticados por meio de engenharia social refinada, na modalidade conhecida como “falsa central financeira”.

A investigação é conduzida pela Delegacia de Investigações Criminais (DIC) de Maravilha, vinculada à 31ª Delegacia Regional de Polícia de Santa Catarina, e apura os crimes de estelionato e organização criminosa. Em Mato Grosso, os mandados são cumpridos pelos policiais da Delegacia Especializada de Estelionato de Cuiabá.

As apurações iniciaram após uma importante empresa do município de Maravilha (SC) sofrer prejuízo superior a R$ 300 mil em janeiro de 2025. A partir de uma complexa investigação e de extensa análise de dados digitais, os policiais civis identificaram seis principais suspeitos envolvidos no esquema criminoso.

Foto: Reprodução/Polícia Civil - MT
Foto: Reprodução/Polícia Civil – MT

Durante a operação, mais de 30 policiais civis cumpriram 10 mandados de busca e apreensão em Cuiabá e região metropolitana, em Mato Grosso, e em Manaus (AM), visando a apreensão de provas e a localização de bens dos investigados.

Também participaram da ação, equipes da Polícia Civil do Amazonas. A operação reforça integração entre as forças policiais dos estados no enfrentamento aos crimes cibernéticos e às organizações criminosas interestaduais.

As investigações prosseguem com o objetivo de identificar outros envolvidos e aprofundar a apuração sobre a atuação do grupo criminoso.

Foto: Reprodução/Polícia Civil - MT
Foto: Reprodução/Polícia Civil – MT

Nome da operação

O nome da operação faz referência à deusa grega Alétheia, associada à verdade e à revelação. A escolha simboliza o trabalho investigativo voltado à descoberta da autoria dos crimes e ao desmantelamento da estrutura criminosa responsável pelas fraudes.

Operação Pharus

A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, para combate à atuação de grupos criminosos em todo o Estado.

Foto: Reprodução/Polícia Civil - MT
Foto: Reprodução/Polícia Civil – MT

 

 



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Polícia Civil incinera mala com R$ 10 milhões em notas falsas em Cuiabá

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Cerca de R$ 10 milhões em notas falsas, utilizadas para aplicar um golpe do falso empréstimo milionário, foram destruídos pela Polícia Civil, na tarde desta terça-feira (30.6), na fornalha de uma empresa no bairro Jardim Industrial, em Cuiabá. A destruição do valor foi realizada por policiais da Delegacia Especializada de Estelionato de Cuiabá, que apuraram o sofisticado esquema de golpe. 

A mala com os valores milionários faz parte de investigações iniciadas em 2024, após um empresário do município de Água Boa procurar a Polícia Civil relatando ter sido induzido a acreditar que receberia um empréstimo de R$ 10 milhões. 

Na ocasião, para concretizar a suposta operação financeira, os criminosos exigiram o pagamento antecipado de uma comissão de R$ 1 milhão, aceitando inicialmente a quantia de R$ 400 mil em espécie.

Foto: Reprodução/Polícia Civil - MT
Foto: Reprodução/Polícia Civil – MT

Após meses de negociações, reuniões presenciais e contatos telefônicos, a vítima se encontrou com os suspeitos em um hotel de Cuiabá, onde entregou R$ 400 mil em dinheiro e recebeu uma mala que supostamente continha os R$ 10 milhões prometidos. Posteriormente, ao abrir o material, constatou que os pacotes continham apenas notas falsas e cédulas sem valor comercial, caracterizando o golpe.

Durante a investigação, a Polícia Civil apreendeu a mala utilizada pelos criminosos e realizou diversas diligências, incluindo análise de imagens de segurança, identificação de linhas telefônicas utilizadas pelos suspeitos e coleta de outros elementos probatórios para individualização dos envolvidos.

Foto: Reprodução/Polícia Civil - MT
Foto: Reprodução/Polícia Civil – MT

Na conclusão do inquérito policial, três pessoas foram indiciadas pelos crimes de estelionato e associação criminosa. Segundo o delegado responsável pelas investigações, Bruno Palmiro, o trabalho investigativo apontou que os autores utilizavam falsa aparência de empresários e investidores para conquistar a confiança das vítimas. 

“Os investigados simulavam operações financeiras legítimas e prometiam empréstimos de grandes valores mediante pagamento prévio de comissões”, explicou o delegado. 

As investigações prosseguiram para identificação completa dos integrantes do grupo criminoso e apuração da eventual participação dos investigados em outros golpes semelhantes praticados em diferentes estados da Federação.

Foto: Reprodução/Polícia Civil - MT
Foto: Reprodução/Polícia Civil – MT

 



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