Política
Chuva altera local de votação em Itapevi, no interior paulista
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As fortes chuvas que atingiram diversas cidades do estado de São Paulo durante esta madrugada provocaram alteração de um local de votação na cidade de Itapevi, no interior paulista. A mudança ocorreu logo cedo, por volta das 7h30 de hoje (25), informou o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) .
Por causa disso, os eleitores que votavam no Centro Municipal de Educação Básica (Cemeb) Professor Edevaldo Caramez, das seções eleitorais 439ª e 474ª, precisaram ser transferidos para a Escola do Futuro ETI Professor Irany Toledo de Moraes, que fica localizada na Rodovia Engenheiro Renê Benedito Da Silva, 1.400, Jardim Santa Rita.
Segundo o TRE-SP, a mudança precisou ser feita porque o antigo local de votação ficou inacessível por causa de alagamentos na região.
Durante a semana, segundo o TRE-SP, seis locais de votação – previstos para funcionar no segundo turno – precisaram ser alterados no estado de São Paulo em decorrência de situações climáticas.
Além de Itapevi, três locais ficam no interior paulista, nas cidades de Presidente Prudente, São João da Boa Vista e Ibitinga. Outras duas mudanças precisaram ser feitas na capital paulista, nos bairros do Tucuruvi e Jabaquara.
De acordo com o TRE, eleitores de São Paulo que estiverem em dúvidas sobre a transferência dos locais de votação podem procurar a Central de Atendimento Telefônico ao Eleitor, pelo número 148. Além disso, o eleitorado pode acessar o site do TRE-SP ou buscar atendimento pelo WhatsApp, por meio do número (11) 3130-2200.
Antes de votar, é importante que o eleitor cheque o local de votação por meio do seu e-Título ou pelo portal da Justiça Eleitoral, por meio do menu Consultas, opção Onde Votar.
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Eleitores vão cedo aos locais de votação no Rio, mesmo com chuva
Os eleitores do Rio de Janeiro comparecem aos locais de votação no horário de abertura das urnas, neste domingo (25), mesmo com chuva. Quase 12,9 milhões de pessoas estão aptas a votar no estado, sendo 4,9 milhões na capital, no segundo turno das eleições.
Com um único voto para depositar, o processo está transcorrendo muito mais rápido do que no primeiro turno. Na Universidade Unisuam, em Bonsucesso, na Zona Norte, maior local de votação da capital, com 13 mil eleitores, o fluxo de pessoas foi grande durante a manhã, mas poucas sessões tinham fila.
O casal Tamara Almeida e Eduardo de Andrade preferiu ir logo no começo da votação para garantir que conseguiriam deixar seus votos na urna. Encontraram uma situação bem mais tranquila do que a do primeiro turno.
“No primeiro turno, fiquei mais de duas horas na fila até conseguir votar. Agora foram 10 minutos”, disse Tamara. “Antes estava muito cheio, tinha fila do lado de fora da escola. Estava bem caótico, mas hoje está bem diferente”, complementou Eduardo.
Paulo Cesar da Silva também saiu cedinho da cidade de Nova Iguaçu, e mesmo com um ferimento na perna, fez questão de participar da eleição. Com a ajuda de uma muleta e das rampas da universidade, disse que não teve problemas para chegar à sua sessão eleitoral.
“Não demorei nem um minuto pra votar, a sessão estava vazia. Eu vim pelo direito dos trabalhadores. Sou brasileiro. É mais um voto.”
Marcus Vinicius de Andrade, que mora no Complexo da Maré disse que o transporte gratuito facilitou muito a sua participação nessa eleição. Ele votava perto de casa, mas seu local de votação foi um dos 72 alterados pelo Tribunal Regional Eleitoral.
“No primeiro turno, falaram que meu local era em outra escola, cheguei lá e enfrentei a maior fila, quando eu entrei, me falaram que era aqui, mas deu tempo de votar. Hoje foi bem tranquilo e muito rápido.”
De acordo com mesários, duas participações se destacam neste domingo (25): a dos idosos e a de pessoas que não votaram no primeiro turno, mas compareceram às sessões no segundo.
Maria das Dores de Lima, de 82, se encaixa nas duas situações. Com a ajuda de uma cadeira de rodas por causa de um problema na coluna, ela fez questão de participar: “É muito importante votar. E eu também quero fazer a minha prova de vida do INSS”, ela disse.
A neta Alexia de Lima complementa: “No primeiro turno, ficamos receosos de trazer, por causa de toda a movimentação. Mas como hoje está mais tranquilo, decidimos vir”
Regina Maria Neves, de 79 anos, também quis garantir sua participação. Pegou um ônibus em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, para chegar a Vila Isabel, na capital, onde vota e esperou cerca de 30 minutos, sob chuva, até a abertura do local de votação.
“Todo cidadão brasileiro tem que votar. Perdendo ou ganhando todo mundo tem que vir, porque a nossa opinião importa”, disse.
Gilberto Adamati, de 73 anos, chegou antes das 8h ao local. “Eu penso que é uma responsabilidade com o país. Estou bem de saúde, então não há porque deixar de vir. Eu soube de uma senhorinha de 96 anos que foi votar em cadeira de rodas. Um exemplo desses, não tem como a gente não seguir.”
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