Economia
soluções para estofados, tecnologia e design
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Wiler e Edan Import, empresas brasileiras do setor têxtil, anunciaram o lançamento de linhas complementares de tecidos e revestimentos para estofados. A iniciativa, divulgada recentemente, tem como objetivo ampliar o portfólio disponível para fabricantes, lojistas, arquitetos e designers de interiores, atendendo a demandas de projetos residenciais e corporativos em todo o território nacional.
A parceria reúne três coleções de tecidos da Wiler e duas linhas de materiais da Edan, combinando produção nacional e importada. As soluções abrangem desde tecidos de veludo e algodão até revestimentos sintéticos em PVC, todos com características técnicas específicas, como acabamento impermeável e propriedades pet‑friendly.
A Wiler apresenta a coleção Velutti, um veludo Holland disponível em 24 cores, confeccionado com fio de poliéster microfilamentado, toque macio e superfície lisa. O acabamento waterproof garante resistência à água e facilita a limpeza, mantendo brilho e maciez. A linha Duo Cotton reúne dois artigos 100% algodão produzidos no Brasil: Peleti Sarja, sarja de toque macio e caimento fluido em 26 cores (295 g/m²), e Lonaforti, lona de estrutura firme e alta resistência em 13 cores (320 g/m²). Ambos têm largura de 1,60 m.
A coleção Castel inclui 24 estampas exclusivas – florais, listras, xadrezes e ikat – coordenadas com tecidos lisos das linhas Stone, Matte, Croma e Fusion. Todos os produtos apresentam acabamento waterproof; os tecidos lisos ainda contam com tecnologia pet friendly, que reduz o acúmulo de pelos e simplifica a limpeza.
Do lado da Edan Import, a linha Kansas oferece revestimento sintético em PVC com tecnologia Soft Touch (matéria‑prima EdanKoro). O material combina alta maleabilidade, suavidade ao toque e resistência superior, facilitando a costura e suportando tráfego intenso. São 40 artigos distribuídos em cinco famílias, com largura de 1,40 m, acabamento resistente à água e superfície que acumula menos pelos.
A linha Nostra traz sete famílias de tecidos 100% poliéster importado, abrangendo linho, veludo e bouclé. Entre os artigos, destacam‑se Vero (linho de trama discreta, 200 g/m²), Solo (visual orgânico, 225 g/m²), Lino (tramas evidentes, 210 g/m²), Saturno (linho de toque firme, 225 g/m²), Pampa (veludo macio, 180 g/m²), Asteca (veludo versátil, 200 g/m²) e Alaska (bouclé com relevo, 260 g/m²). Cada família oferece opções de peso e textura adequadas a diferentes estilos de projeto.
Wiler, marca brasileira líder nacional em tecidos e artigos de decoração, opera com estrutura verticalizada, loja própria e e‑commerce, garantindo controle de qualidade e agilidade no desenvolvimento de coleções. A empresa integra o Grupo WK e possui sede no polo têxtil do Brás, em São Paulo.
Edan Import, referência nacional no fornecimento de tecidos para decoração, possui sede no Brasil e escritório em Shanghai, importando de nove países e atendendo revendedores de todas as regiões do país.
“Entregamos ao moveleiro uma curadoria que combina beleza, performance e diferentes faixas de investimento”, afirmou Alex Dias, Head de Canais de Vendas da Wiler.
Os novos produtos já estão disponíveis nos canais de venda das duas empresas, inclusive por meio de plataformas digitais.
Para mais informações, basta acessar: www.wiler.com.br
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Planejamento ainda compromete a gestão de resíduos no Brasil
A gestão dos resíduos sólidos urbanos ainda representa um dos principais desafios enfrentados pelos municípios brasileiros. Um diagnóstico realizado pelo Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR) identificou que diversas cidades apresentam falhas relacionadas ao planejamento, no monitoramento dos serviços na implementação de políticas voltadas para a gestão adequada dos resíduos.
Embora o levantamento tenha sido realizado no Paraná, a realidade observada reflete desafios presentes em diversas regiões do país, especialmente diante do crescimento da população urbana e do aumento na geração de resíduos.
Um dos principais fatos que chamam a atenção da pesquisa realizada pelo TEC do Paraná é que a maioria dos municípios analisados sequer possuem um sistema de medição da quantidade de lixo coletado.
Esse cenário é preocupante, porém tem uma solução conforme aponta Márcio Welsh, diretor comercial da Contemar Ambiental. Márcio e sua equipe tem atuado nos últimos anos de forma conjunta a diversos municípios ajudando-os a organizar e tornar mais eficiente a gestão dos resíduos domiciliares.
O principal foco de trabalho da equipe da Contemar é a implantação da conteinerização dos resíduos. Esse modelo permitindo que, a partir da instalação de contentores e coleta mecanizada, o processo de coleta de resíduos seja realizado de forma mais estratégica e eficiente.
“Organizando o descarte, os municípios podem dar os primeiros passos em direção a ter mais eficiência nessa área. Isso porque, para conteinerizar, realizamos um estudo técnico informativo com objetivo de entender toda a demanda e colocar os equipamentos que suportem as exigências do serviço”, afirma Welsh.
Além de proporcionar maior organização dos espaços públicos, a conteinerização traz consigo a coleta mecanizada. Com esse tipo de operação é possível otimizar as rotas de coleta, reduzir o tempo de trabalho, melhorar as condições das equipes na rua e contribuir com a segurança ocupacional.
“Mecanizando o processo, os resíduos ficam protegidos da ação dos animais e contra intempéries. Os trabalhadores também não precisam dispor de grande esforço físico, o que torna a operação muito mais rápida e limpa”, explica Márcio.
A conteinerização dos resíduos urbanos também está alinhada às diretrizes da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) e do Plano Nacional de Resíduos Sólidos (PLANARES), que incentivam a modernização dos sistemas, a ampliação da coleta seletiva e a adoção de soluções que promovam maior eficiência operacional e sustentabilidade.
“A modernização da limpeza urbana não acontece apenas com novos equipamentos. Ela exige planejamento, conhecimento técnico e soluções que atendam às necessidades de cada município. É dessa forma que conseguimos construir cidades mais limpas, seguras e preparadas para os desafios do futuro. E a conteinerização é o passo inicial para a melhora desse serviço público tão importante”, conclui Márcio.
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