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Mais Negócios Digitais lança totem que vende cursos online

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A Mais Negócios Digitais, empresa que atua no mercado de afiliados e negócios digitais, lança o Totem MAIS, terminal de autoatendimento que comercializa cursos online em pontos de grande circulação, como shoppings, aeroportos, supermercados, prédios comerciais, postos de combustível, rodoviárias, academias e faculdades. O equipamento funciona nos moldes de uma vending machine: o consumidor escolhe o conteúdo na tela, paga por Pix ou cartão e recebe, no mesmo instante, o código de acesso por WhatsApp e por e-mail. A proposta leva a oferta de educação digital aos locais onde o público já se encontra, sem que ele precise procurar o curso na internet.

Os cursos vêm do Catálogo Maisfy, da plataforma de vendas digitais Maisfy, que reúne área de membros e inteligência artificial. Segundo a empresa, a maior parte dos conteúdos é entregue em formato de aplicativo, gerado pela própria plataforma, o que permite ao aluno instalar o curso no celular e estudar com a marca do produtor na tela inicial.

O lançamento acompanha a expansão do aprendizado mediado por tecnologia. Dados do Censo da Educação Superior 2024, do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), divulgados pela Agência Brasil, mostram que a educação a distância passou a concentrar 50,7% das matrículas de graduação, com alta de 5,6% entre 2023 e 2024, enquanto os cursos presenciais recuaram 0,5%. Ainda que restrito ao ensino formal, o dado sinaliza a familiaridade crescente dos brasileiros com o estudo em ambiente digital.

Denis Engel, fundador e CEO da Mais e autor do livro “O Poder dos Afiliados”, explica a proposta. “Durante anos, o mercado de cursos online disputou a atenção das pessoas apenas na tela do celular. O totem leva o curso para o mundo físico, para o lugar onde o consumidor já está, com tempo e disposição para comprar. E dá ao empreendedor local uma forma de participar desse mercado sem precisar produzir conteúdo, montar equipe ou entender de tráfego pago”, afirma.

Como funciona a operação

O Totem MAIS é destinado a empreendedores e investidores interessados em um negócio de operação simplificada e custo fixo reduzido, com duas fontes de receita: a venda de cursos e a publicidade na tela. O equipamento inclui tela, leitor de pagamento, treinamento e suporte técnico. Pelo modelo, o proprietário fica com até 70% de cada curso vendido e é responsável por escolher e negociar o ponto, enquanto catálogo, plataforma, liberação de acesso e atendimento ao aluno ficam com a Mais e a Maisfy. Um painel administrativo na web permite acompanhar as vendas e gerenciar os produtos exibidos.

Por se tratar de produto digital, a operação dispensa estoque e não está sujeita a validade, quebra ou frete. O terminal pode ser realocado quando o dono desejar e exige apenas energia elétrica e conexão Wi-Fi.

Canal adicional para o infoprodutor

Infoprodutores que vendem cursos na Maisfy podem incluir seus produtos no Catálogo Maisfy e tê-los disponíveis nos totens instalados pelo país. Além das vendas pela internet, que dependem de anúncios e redes sociais, o curso passa a ser oferecido no ambiente físico, a um público que talvez nunca o encontrasse online.

Domingos Hypolito Neto, fundador e CEO da Maisfy e fundador do Canaltech, empresa que vendeu para se dedicar ao novo negócio, comenta o impacto para os produtores. “Para o infoprodutor, o totem é diversificação de verdade: o mesmo curso que ele vende na Maisfy passa a estar num shopping, num aeroporto, num posto de estrada. E o curso não termina na venda. O aluno recebe o acesso na hora e, na maioria dos casos, estuda por um aplicativo com a marca do produtor, com acompanhamento, certificado e um tutor de inteligência artificial que tira dúvidas a qualquer hora”, diz.

Tela opera como mídia fora de casa

Nos períodos sem vendas, a tela opera como painel de mídia out-of-home (OOH), formato de publicidade exibido em locais de grande fluxo. A comercialização desse espaço ocorre em duas frentes:

  • Anunciantes locais, negociados pelo dono do totem: ele oferece pacotes de exibição a estabelecimentos do entorno, como restaurantes, clínicas, lojas e academias, e insere as peças pelo painel administrativo. Nesse caso, 100% do valor fica com o proprietário;
  • Marcas parceiras, negociadas pela Mais: a empresa vende campanhas a anunciantes de alcance regional ou nacional, exibidas na rede de totens, e repassa ao dono de cada terminal a participação na receita da mídia veiculada em seu equipamento.

Cada unidade passa a integrar uma rede de mídia que aproxima dois mercados que raramente se cruzam: o de educação digital, cuja venda depende quase exclusivamente de anúncios online, e o de mídia OOH, acessível tanto ao pequeno anunciante do bairro quanto às grandes marcas.

Distribuição controlada por cidade

O Totem MAIS está em fase de lançamento, com um primeiro lote de equipamentos e quantidade restrita de unidades por cidade, para evitar a concentração de pontos em uma mesma região. A empresa informa que as estimativas de retorno variam conforme o fluxo de cada local e não constituem garantia de rendimento. Com o formato, a comercialização de cursos online passa a ocupar espaços físicos e conecta empreendedores locais, produtores de conteúdo e anunciantes em uma mesma estrutura.

Para mais informações, basta acessar https://totem.mais.com.br

Infoprodutores interessados em levar cursos aos terminais podem consultar https://maisfy.com.br



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Duplo diploma no ensino médio ganha mais espaço no Brasil

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O ensino médio brasileiro registra a menor quantidade de matrículas em uma década, e a rede privada segue em alta. Segundo o Censo Escolar 2025, divulgado em fevereiro de 2026 pelo Ministério da Educação (MEC) e pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), a etapa soma 7,3 milhões de matrículas, queda de 5,3% em relação a 2024, enquanto a rede privada cresceu 0,6% no mesmo período.

O movimento ocorre junto à expansão do ensino bilíngue. De acordo com a Associação Brasileira do Ensino Bilíngue (Abebi), o país tem mais de 1,2 mil escolas com oferta bilíngue, número que reflete aumento de 10% em cinco anos.

A proficiência em inglês também compõe esse contexto. No índice EF EPI 2025, da EF Education First, o Brasil ocupa a 75ª posição entre 123 países avaliados, com proficiência classificada como baixa, e a 16ª entre 20 países da América Latina.

Nesse cenário, escolas privadas de diferentes regiões oferecem programas de duplo diploma, nos quais o estudante cursa o currículo brasileiro e, em paralelo, disciplinas de um sistema educacional estrangeiro, em geral dos Estados Unidos ou do Canadá. Ao final do ensino médio, recebe dois diplomas, e o estrangeiro não substitui o brasileiro. Os modelos variam entre as instituições.

Sobre esse cenário, Rodrigo Biazon, diretor-executivo da Rosedale Brasil, organização de educação internacional que oferece o diploma de ensino médio de Ontário, no Canadá (OSSD), em parceria com escolas brasileiras, avalia que a integração ao currículo é um fator central nesses programas. “A dupla diplomação funciona quando o currículo estrangeiro se integra à rotina da escola, sem sobrecarregar o aluno nem competir com o ensino brasileiro”, afirma.

Biazon também comenta a escolha das famílias. “Antes de escolher um programa, as famílias precisam verificar quem emite o diploma, como ele é reconhecido e quais disciplinas o compõem”.

Com 7,3 milhões de matrículas no ensino médio, queda de 5,3% em um ano e crescimento da oferta bilíngue, o duplo diploma passa a integrar o conjunto de formatos disponíveis nas escolas privadas e até um diferencial competitivo. Diploma emitido, reconhecimento e disciplinas cursadas são os pontos que definem o formato de cada programa e a relação dele com o ensino brasileiro.

Mais informações disponíveis em: https://www.rosedaleeducation.com.br/lp-ebookcampanha2027



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